Delishville Sem Gluten

Sorteio de 13 kits de produtos sem glúten CASARÃO e Lojas Donatus

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E o sorteio das cestas sem glúten continua…

A Comarroz,  uma empresa 100% nacional do segmento alimentício e que produz alimentos derivados de arroz da marca CASARÃO  presenteará 10 leitores do Delishville com kits  de seus produtos inclusive com novos produtos sem glúten que estarão lançando!

Quer mais?  Além das 10 cestas a Comarroz também  sorteará  3 kits de produtos da Loja Donatus!

Os ganhadores receberão uma cesta recheada de produtos sem glúten  como  massas, espaguete e fusilli opções com e sem ovos, rosquinhas, cookies e ainda farinha de arroz livre de contaminação cruzada para  que  os ganhadores possam  desenvolver deliciosas receitas.

Os produtos CASARÃO são 100% naturais livres de aditivos químicos, menos alergênicos e de fácil digestibilidade.

 

 

Obrigado CASARÃO e Loja Donatus pela parceria ! Obrigado Sergio Flora!

Quer saber mais sobre a  linha CASARÃO? Visite o site http://www.sdf.com.br/casarao_1.html

O sorteio será no dia 20 de Maio, Dia do Celíaco!

Deixe seu comentário e concorra a um kit!

Boa Sorte Leitor!

 

 

Bolo de abobrinha, nozes e canela – Sem glúten

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O nome pode assustar mas o sabor encanta qualquer um porque simplesmente não tem sabor de abobrinha. Esta receita deliciosa foi adaptada do livro da Hummingbird Bakery  para a versão sem glúten e confesso que me diverti quando levei esse bolo no trabalho. Courgette cake? (Bolo de abobrinha?) perguntavam os ingleses com cara de espanto. O bolo e os cupcakes foram devorados em poucos minutos ao som de humm, delicious!

O bolo em si não contém lactose, mas o recheio e cobertura sim. Para que tem  intolerância à lactose ou não gosta de buttercream pode substituir este por cobertura de chocolate ( sem lactose), aquelas usadas para cobrir o bolo nega maluca.

Bolo de abobrinha, nozes e canela – sem glúten

 

Serve 10-12 pessoas

Utensilhos: 1 formas de 20cm cada com fundo removivel ( eu usei 1 forma + forminhas de cupcakes).

Ingredientes

3 ovos grandes

300ml óleo de girassol

300g de açúcar mascavo

1/2 colher (chá) de essência de baunilha

300g de farinha preparada sem glúten delishville*

1 colher (chá) de fermento em pó

1 colher (chá) de bicarbonato de sódio

2 colheres (chá) de canela em pó

1/2 colher (chá) gengibre em pó – opcional

1/2 colher (chá) de noz-moscada em pó

300g de abobrinha descascadas e ralada

100g de nozes picadas

(10-12 metades de nozes para a decoração, se desejado)

Cobertura:

4 colheres de sopa de manteiga sem sal

400g de cream cheese ( eu uso Philadelphia)

2 colher de cha de extrato ou essência de baunilha

2 xícara de açúcar de confeiteiro

 Preparo do bolo:

Pré-aqueça o forno a 170 graus Celsius, unte duas formas de fundo removivel e forre o fundo e as laterais da forma com papel manteiga.

Na batedeira, misture os ovos, o óleo de girassol, açúcar e essência de baunilha e bata até que fique um creme.

Peneire a farinha sem glúten, o fermento, o bicarbonato de sódio e as ervas. Adicione-os aos ovos, açúcar e óleo em duas etapas, batendo bem após cada adição até que todos os ingredientes se incorporem. Desligue.

Acrescente as abobrinhas e as nozes picadas à massa, misturando-os no fundo com uma pa de silicone.

Coloque 2/3 da massa numa forma untada e forrada com papel manteiga e o restante da massa nas forminhas de cupcake OU caso usares toda a massa para o bolo  divida a massa  uniformemente entre 2 formas e asse por 35-40 minutos ou até dourar. (Pode haver pequenas rachaduras que desaparecerão com a cobertura). Os cupcakes devem ser assados separados por aproximadamente de 20 minutos.

Deixe os bolos para esfriar na forma por alguns minutos antes de transformá-los cuidadosamente para fora sobre uma gradinha para que esfrie completamente.

Enquanto os bolos esfriam, fazer a cobertura. Misture a manteiga,

Preparo da Cobertura e recheio:

Depois que o bolo estiver bem frio, prepare a cobertura colocando a manteiga, o cream cheese e a baunilha em uma tigela grande e bata em velocidade alta até misturar bem. Adicione o açúcar de confeiteiro e bata até ficar homogêneo e cremoso.

Coloque a mistura sobre o bolo frio. Reserve um pouco da cobertura e coloque num saco de confeitar com bico estrela e faça pequenos movimentos circulares para formar uma flor. Decore com nozes.

Como aqui o clima esta bem frio não deixei o bolo na geladeira mas o bolo foi consumido em menos de 24 horas.

Mistura de Farinha Sem Glúten – Delishville

200g de Fécula de batata

150g de Amido de milho

40g   de Farinha de arroz

100g de Farinha de sorgo (podes usar farinha de amaranto, grão-de-bico ou soja)

60g de Farinha de milho

100g de Polvilho doce

Misture todos os ingredientes e mantenha num recipiente fechado.

Alergia Alimentar e Assédio Moral

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Depois de anos sofrendo, Denise finalmente conseguiu um diagnóstico. Há 6 anos, segue uma dieta sem glúten e nos mostra que lidar com múltiplas alergias alimentares não é nada fácil. Não é apenas ser a sua própria enfermeira/nutricionista 24 horas por dia afinal é necessário cuidado e atenção a tudo o que ela ingere mas, também, ser sua própria psicóloga e defensora dos seus próprios direitos, devido a falta de compreensão e educação de pessoas que desconhecem o perigo de sua condição.

Vítima de assédio moral ela nos faz lembrar que atormentar alguém por causa de uma alergia alimentar não é diferente de qualquer outra forma de assédio/bullying. Seu impacto em todas as suas formas é profundo,  podendo causar sofrimento emocional, baixo rendimento e diminuição da produtividade; danos físicos em potencial ou mesmo a morte por causa de lesões, suicídio, e muitas vezes a somatização de estresses.

Esse impacto, pode ser muito mais profundo em crianças e adolescentes vítimas de assédio moral na escola por seguirem uma dieta alimentar restritiva. Para uma criança, gerenciar por si só uma dieta restritiva pode gerar insegurança e, adicionar à isso, a carga de um assédio moral pode fazê-la abondonar a dieta, ter várias recaídas no glúten (causando danos ainda maiores a saúde), não comer na escola e com isso ter baixos rendimentos devido a falta de concentração, fingir estar doente para faltar escola ou até mesmo abandonar os estudos.

Infelizmente muitas pessoas ainda não entendem que as alergias alimentares são graves e podem ser fatais.

Nem todos podem tirar um curso superior. Mas todos podem ter respeito, alta escala de valores e as qualidades de espirito que são a verdadeira riqueza de qualquer pessoa. (Alfred Montapert)

Obrigada Denise por  contar a tua história!

 Quando você descobriu que era Celíaca e como isso ocorreu?

 R: Descobri a DC em 2006, aos 46 anos (hoje tenho quase 52), ou seja, faço a dieta há 6 anos. Passei a vida toda muito mal, estive à morte quando bebê, quando os médicos disseram à minha mãe que eu ia mesmo morrer, pois não comia nada, meu corpo nada absorvia e eu estava extremamente magra. Sobrevivi tomando chá e leite sem lactose, mas sempre fui uma criança doente, com a barriga inchada, de baixo peso, com muitas alergias alimentares.

Por volta dos 7 anos de vida, os médicos pediram examens de alergia, pois eu tinha também a Dermatite Herpetiforme, meu corpo se enchia de bolhas com água que estouravam, coçavam, doíam, era um transtorno imenso. O laudo final indicou não ser normal, pois eu tinha alergia a todos os 200 alimentos testados.

Na adolescência houve uma melhora, mas os sintomas voltaram depois dos 30 anos, vindo a piorar depois dos 40.

O que mudou depois que eliminaste o glúten da tua dieta?

 R: Depois da dieta sem glúten, melhorei da diarréia crônica que me levava a evacuar inúmeras vezes por dia, o que me deixava fraca e desidratada sempre. Mas os sintomas volta e meia retornam, pois tenho intestino irritável e duodenite crônica. Tenho intolerância à lactose e a outros alimentos também, além de glúten. Tenho alta sensibilidade ao glúten, de contato inclusive (beijos no rosto me deixam empolada no lugar do beijo por vários dias). E volta e meia ainda tenho crises celíacas, por contaminações cruzadas.

Quais foram as dificuldades que encontraste e continuas encontrando?

R: Sobre as dificuldades, muitas estão listadas acima. Mas creio que a maior delas seja no ambiente de trabalho, onde as chefias e colegas não conhecem a doença. Então, baseiam-se no que é divulgado na mídia, quando médicos e nutricionistas dizem que basta fazer a dieta sem glúten que ficamos bem. Isso não ocorreu comigo, pois continuei mal, com muitas internações em hospitais. A diarréia sumira, mas o problema foi acostumar minha casa, amigos e familiares para a realidade da DC, ou seja, tudo meu teria que ser separado em casa e na geladeira. Além do que, o estresse do trabalho e o volume do mesmo acabam me afetando, já que tenho crises periódicas. Com prazos a cumprir, a coisa complica. Assim como assumir certos trabalhos onde eu não possa usar o banheiro com frequência e por mais tempo.

Havia um falatório de que eu fazia corpo mole, mas os inúmeros atestados, laudos e comprovantes de internação o entregues na empresa, diziam o contrário. Deixei de pegar inúmeros trabalhos por não ter condições para isso, principalmente aqueles que envolviam filmagens e viagens.

 Outra dificuldade diz respeito à alimentação, dado que no Brasil há poucos lugares que vendem alimentos sem glúten – ao menos no Rio e em SP há essa carência. Os produtos são fracos, sem teor alimenticio significativo, caros e raros de serem encontrados.

 Assédio moral no ambiente de trabalho é crime. Você buscou seus direitos?

R: Sim, Leila, busquei e ganhei a causa. Ela ainda está correndo na justiça, aquela parte final dos recursos, mas a causa está ganha.

Porque você acha que é tão difícil para as pessoas entenderem quão sério é uma alergia alimentar?

R: Eu acho que é por ignorância mesmo, desconhecimento, num país onde o nível cultural e educacional é tão baixo.

Diante disso tudo, quais as lições que tens aprendido?

R: Uma delas, e talvez a principal, é não ceder às pressões para comer fora de casa, em restaurantes comuns. Outra é lutar para ser ouvida: não posso comer tais coisas, não posso aceitar que minha comida seja feita com utensílios contaminados por gluten e por aí vai. E não me deixar levar por pessoas insensíveis que riem da minha condição ou que dizem, sem o menor tato, que a DC é uma doença horrível. Já ouvi até de uma médica, ironizando, rindo-se, inclusive, a frase: ‘nossa, que azar que você teve em ter uma doença como essa’. Por aí, dá pra você entender porque eu acho que a ignorância, no Brasil, atrapalha em muito a vida de qualquer indivíduo, que dirá de quem tem restrições.

No ambiente de trabalho, é fazer ver às pessoas que não posso assumir certas funções, mas que, apesar disso, os celíacos amam trabalhar e produzir.

Que conselho você daria para alguem que passa por situações parecidas com a sua no trabalho?

 R: Eu diria para não se calar, para lutar, mesmo  que esteja se sentindo só, mesmo quando ninguém a volta pareça entender a situação. Eu, antes de entrar com processo, dei queixa ao Ministério Público. Foi o primeiro passo. Após a demissão, entrei logo com o processo.

Advogados trabalhistas, até onde sei, só cobram ao final do processo, se houver ganho de causa para o cliente. Portanto, é um serviço acessível a todos. Mas é importante buscar um advogado que conheça a doença. Os meus não conheciam, mas passaram a estudá-la profundamente, junte provas, tudo o que puder, sobre a discriminação, principalmente testemunhas, isso é muito importante. Junte laudos médicos, atestados e exames relativos a doença e entregue no setor médico da empresa. Faça a empresa ter ciência de sua situação. Se tiver tido internações em hospitais por mal estar relativo a DC, peça relatórios dos hospitais, tire cópias e entregue ao setor médico. E guarde cópia de tudo isso com você, numa pasta a parte.

Esclareça seus colegas sobre os sintomas e dificuldades que sente. Há sempre aqueles que entendem e tentam ajudar. E, se a chefia for bacana, converse sempre com ela a respeito, se houver canal para isso.

Pão Delish – Sem glúten e sem lactose

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A textura desse pão é muito parecida com a de alguns outros que já postei aqui com uma concentração maior de farinha de arroz. A diferença é que este tem sabor neutro e com humidade muito boa.

Nessa receita usei uma farinha de soja que comprei no Brasil e percebi que ela é um pouco mais granulada do que a farinha de soja que geralmente compro aqui em Londres. Mas isso não influenciou em nada, o pão ficou  macio  .

Pão Delish – Sem glúten e sem lactose 

Ingredientes:

1 xícara de farinha de arroz

2/3 xícara de farinha de soja ou de grão-de-bico

2/3 xícara de amido de milho ou fécula de batata

1/3 xícara de polvilho doce

1/4 xícara iogurte de soja

3 colheres (sopa) de açúcar

1 colher Vitamina C em pó ou 1 colher (chá) de vinagre de maçã

1 colher  (chá)  bem cheinha de goma xantana ou CMC

1 colher (sopa) de fermento em pó para pão

1 1/2 colher (chá) de gelatina em pó sem sabor

1 1/2 colher de chá de sal

2/3 ( ou 1 xic + ou _ ) xícara de água mineral

1/4 xícara de óleo de girassol

2 ovos, em temperatura ambiente

2 claras de ovo, em temperatura ambiente

Preparo:

Coloque todos os ingredientes secos em uma tigela grande e misture bem.

Em uma tigela, bata ligeiramente os ovos e as claras com um garfo. Adicione o azeite, o iogurte, o vinagre, a água e mexa para misturar.

Despeje os ingredientes molhados na tigela grande de ingredientes secos. Quando a mistura forma uma massa lisa, bata na batedeira em velocidade alta por 4 minutos.

Unte uma forma grande ou duas pequenas (16 x 11 x 7cm ) para pão e despeje a mistura. Pincele com azeite para evitar rachaduras durante o processo de crescimento. Cubra os pães com um pano de prato limpo e deixe crescer em um ambiente sem correntes de ar por cerca de 45 minutos, até que os pães quase dobram de tamanho.

Pré-aqueça o forno a 180 °C.

Quando os pães estiverem prontos, leve-os para assar por cerca de 30-40 minutos dependendo do forno.

 

Sorteio de cestas de produtos Grani Amici

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A Grani Amici é mais uma empresa que imediatamente disse sim à Campanha de Conscientização sobre a Doença Celíaca aqui no Delishville.

Com lindas embalagens, produtos variados e com gostinho especial, a Grani Amici produz sua linha sem glúten e sem lactose obedecendo às normas, padrões de qualidade, segurança e higiene, exigidos pela Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Ou seja, em uma fábrica livre de contaminação com glúten, obtendo desta forma o laudo de dosagem de glúten, que atesta a ausência desta proteina em seus produtos. Tudo isso acompanhado de perto  pela proprietária Graziela Luchini e pela nutricionista Mariana Pizzoccaro de Souza.

Os produtos Grani Amici são embalados em Atmosfera Modificada que permite que os mesmos sejam armazenados em temperatura ambiente, enquanto fechados, sem a adição de conservantes.

Os pães permanecem em temperatura ambiente por 20 dias, os minibolos 35 dias e torradas 60 dias.

Os mini bolinhos nos sabores chocolate, maçã com canela e baunilha são ótimos para a criançada levar como lanche na escola e, para nós grandinhos, para o lanche das 10h ou 15h, acompanhados de uma xícara de chá .

Prestes a completar 2 anos de operação a empresa trabalha sempre em busca de novos produtos e tecnologias.

A Grani Amici sorteará duas cestas de produtos sem glúten e sem lactose para os leitores do Delishville

Para concorrer basta deixar um comentário aqui no blog e cruzar os dedos!

Quer saber o que você pode ganhar? Visite o site da Grani Amici ( www.graniamici.com.br) e acompanhe de perto as últimas novidades através do Facebook  ou twitter.

O sorteio será no dia 20 de maio, Dia do Celíaco.

Quer saber onde encontrar os produtos da Grani Amici? Clique aqui.

Dúvidas? Envie um email para atendimento@graniamici.com.br

 

Pão de Castanha de Caju – Sem glúten, sem lactose, sem fermento

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Depois de um tempão sem testar novas receitas de pães sem glúten, decidi que era hora de voltar. Passei meses fazendo minha receita de pão preferido ou então comprando no supermercado.

Esse tempo sem treinar novas receitas de pães me fez esquecer algumas regrinhas e eis que surgiram alguns que tiveram que ser torrados para virar farofa, outros com sabor super acentuado da farinha de arroz e então, a ficha caiu e era hora de sentar e reavaliar.

Essa receita abaixo fiz em fevereiro e tinha esquecido de postar. A receita ganhei da Adriana Rabinovich, autora do livro Gluten Free  for Kids. Uma receita bem interessante, não leva fermento nem lactose, rica em nutrientes.

A receita é pequena e requer uma forma de 15cm mais ou menos.

Pão de Castanha de Caju – Sem glúten, sem lactose, sem fermento

Ingredientes:

25g de farelo de amêndoas

 35g de mistura de farinha sem glúten ( usei Doves Farm contém goma xantana na composição )

 ½ -1 colher ( chá) de sal

 ½ colher (chá) de bicarbonato de sódio

 20g de farelo de linhaça, sementes de girassol ou abóbora

 4 ovos

180g de pasta de castanha ( veja receita abaixo)

Preparo:

Pré-aqueça o forno para 180C.

 Unte uma forma pequena para pão ( 15cm).

 Misture o farelo de amêndoas, farinha sem glúten, sal, bicarbonato de sódio e farelo de linhaça.

Numa outra vasilha misture bem os ovos e a pasta de castanhas e então junte aos ingredientes secos.

Coloque a mistura dentro da forma de assar.  Polvilhe um pouco de linhaça por cima. Asse por 35-45 minutos.

Pasta de castanhas

250g de castanhas sem sal ( podes usar amêndoas inteiras, avelãs sem casca ou nozes)

Algumas gotas de óleo de girassol

Sal ( opcional)

Cuidadosamente asse as castanhas no forno até começarem a exalar cheiro ( 10-15 minutos). Aguarde esfriar completamente. Coloque as castanhas no processador e bata até formar um farelo fino. Aos poucos acrescente algumas gotas de óleo de girassol e continue processando até que a mistura pareça com uma manteiga mole.

Comemoração do Dia Internacional do Celíaco‏ no Espirito Santo

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Sabor Vital

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Durante os próximos dias, falarei aqui um pouco sobre as empresas que estão participando aqui no Delishville da campanha de Conscientização sobre a Doença Celíaca neste mês de Maio.

Estou muito feliz em poder contar com o apoio dessas empresas que vendem saúde fabricando produtos seguros para acomodar as necessidades de todos aqueles que tem intolerância ou sensibilidade ao glúten.

Uma das participantes é a empresa gaúcha Sabor Vital com sede em Porto Alegre e que nasceu quando a fundadora, depois de descobrir que possuía Doença Celíaca, percebeu que o mercado de alimentos sem glúten era carente na qualidade, sabor e na diversidade de produtos.

Tendo como missão produzir e comercializar alimentos sem glúten e sem lactose, seguros, saborosos e de alta qualidade a fim de promover a saúde e a qualidade de vida das pessoas, a Sabor Vital oferece uma linha de biscoitos doces, salgados, pães, pizzas, granolas, bolos e farinhas totalmente isentos de conservantes, aromatizantes, corantes e livres de gordura trans.

Além de produtos sem glúten e sem lactose a Sabor Vital oferece produtos sem açúcar como biscoitos salgados, pães e pizzas.

Para concorrer a uma cesta de produtos da Sabor Vital, basta deixar um comentário em qualquer post  até o até o dia 20/05/2012 , Dia do Celiaco!

Siga a Sabor Vital no Twitter e Facebook !

 Clique aqui para saber onde poderás encontrar os produtos da Sabor Vital no seu Estado.

 Para saber mais sobre os produtos, visite o site da Sabor Vital (www.saborvital.com.br) e caso tiveres alguma dúvida mande um email para contato@saborvital.com.br

Torta de coco, ameixa e doce de leite – Sem Glúten

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Talvez esse seja um dos bolos sem glúten que mais recebi elogios até hoje. Agrada muito o paladar dos brasileiros. Ele já celebrou o aniversário de vários amigos e, também fez parte da campanha que realizo todos os anos no trabalho para arrecadar fundos para a entidade do Câncer de Mama.

Um bolo especial e dedico a minha mamãe e a todas as mamães celiacas.

Com esse bolo, dou abertura a campanha de Conscientização sobre a Doença Celiaca aqui no blog. Este será um mês super importante e cheio de supresas para os leitores do Delishville Sem Glúten.

Participe deixando seu comentário e concorra a kits de produtos sem glúten das marcas: Casarão, Loja Donatus, Vitão, Grani Amici, Sabor Vital, GoodSoy e Isabel’s.

Feliz dia das Mães! Parabéns Mamães!

Torta de coco, ameixa e doce de leite – Sem Glúten

Pão-de-ló Sem Glúten*

Dica: Asse o Pão-de-ló um dia antes de rechear assim fica mais fácil cortar.

Ingredientes:

1 colher (chá) de fermento em pó sem glúten

125g ( 10 colheres das de sopa)de mistura de farinha preparada sem glúten Delishville

8 ovos inteiros

125g ( 10 colheres das de sopa) de açúcar refinado

1 colher (chá) de extrato de baunilha

Preparo:

Misture o fermento com a farinha sem glúten e reserve.

Coloque os ovos inteiros na batedeira e junte o açúcar e a baunilha.

Bata, em velocodade alta, até dobrar de volume. Desligue a batedeira e junte a farinha reservada, sempre aos poucos. Mexa delicadamente a cada adição, com o auxilio do fue, sempre de baixo para cima.

Forre o fundo e as laterais da forma com papel manteiga.

Coloque a massa e leve para assar em forma de 35cm e em forno pré-aquecido a 180C, por cerca de 30 minutos ou até passar no teste do palito.

Recheio creme de coco

1 lata de leite condensado

1 lata de creme de leite fresco

200ml de leite de coco

3 gemas peneiradas

3 colheres ( sopa) rasas de amido de milho

1 colher (chá) margarina sem sal

¾ xic de coco fresco ralado ( não muito fino, nem muito grosso)

Misturar todos os ingredientes e levar ao fogo, mexendo sempre, at é engrossar e cozinhar. Retire e deixe esfriar.

Calda para molhar o bolo

½ lata de leite condensado 1xic de agua ( ou mais se preferires)

Recheio de doce de leite

1 lata de doce de leite

Recheio de ameixa

200g de ameixa preta sem caroço cozidas com um pouquinho de agua até amolecerem.

Cobertura de Chantilly

400ml de creme de leite fresco bem gelado

5 colheres de açúcar aproximadamente pois eu coloco ele aos poucos até chegar no ponto que eu gosto.

Bater o creme de leite com o açúcar. O creme de leite fresco deve estar bem gelado e geralmente eu deixo uma meia hora no freezer antes de usar.

Para aumentar o volume do chantilly, resfrie o batedor e a tigela em que o creme de leite vai ser colocado. O melhor é deixar os utensílios no congelador por 1 hora.

Montagem do bolo:

Corte o bolo formando 3 discos e acomode um deles dentro de um aro removível ( o mesmo aro da forma removivel de bolo).

Regue a superficie do bolo com a calda ( eu gosto de bolos molhadinhos por isso procuro umdecer bem o bolo, mas sem excessos), e em seguida espalhe o creme de coco e por cima desse cubra com ameixa.

Coloque o segundo disco de pão-de-ló por cima e umedeça-o novamente.

Coloque a camada de doce de leite e cubra com o terceiro disco de pão-de-ló, umidecendo mais uma vez com a calda de molhar bolo.

Com cuidado, remova o aro.

Espalhe a cobertura de chantilly por todo o bolo e em seguida decore usando bicos de confeitar estrela e raspas de coco seco.

Para dar um toque mágico, com a ajuda de um pincel polvilhe brllho em pó comestivel sobre a decoração.

 

*observacoes:

Para fazer uma massa de pao-de-lo de chocolate acrescente 3 colheres (sopa) de chocolate em po sem gluten.

Substituicao para a ameixa: Amendoas crocantes

150g de acucar

100g de amendoas torradas e trituradas

1 colher de bicarbonato de sodio

1 colher de margarina

Na panela derreta acucar e coloque as amendoas e o biscarbonato. misture sem deixar queimar. Coloque a margarina e mexa novamente. Vire numa assadeira e espalhe o crocante. deixe esfriar e quebre os pedacos com o rolo para massas. salpique por cima do recheio de coco.

Substituicoes para o doce de leite:

Podera fazer um bolo Olho de sogra fazendo duas camadas de recheio de coco+ ameixa.

Versao bolo Prestigio: Massa de pao de lo de chocolate + recheio abaixo:

2 latas de leite condensado

1 lata de leite

1 gema

1 colher (sopa) amido de milho

4 xic de coco ralado

1 lata de creme de leite (300g)

Na panela coloque o leite condensado, a gema, o leite, amido de milho e o coco ralado. Leve ao fogo mexendo sempre ate formar um creme grossinho. Desligue o fogo e acrescente o creme de leite. Misture e reseve.

 

 

Churros sem glúten

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Tem chovido muito nas últimas semanas, principalmente nos últimos dias e finais de semana. Alias isso é um dos assuntos mais comentados quando se fala em Reino Unido. Não gosto de chuva mas posso dizer que ela é sempre bem vinda naqueles dias em que pretendo ficar em casa, fazendo algo gostoso para comer, lendo um livro ou apenas tirar uma soneca a tarde ao som da chuva.  Enquanto escrevo este post sentada no sofá do loft aqui de casa, posso escutar o barulho da chuva batendo na janela do telhado. As gotas escorrem e muitos podem chamar isso de  melancólico mas para mim é aconchegante, relaxante.

Momentos assim combinam com chá, com bolinho de fubá, com churros. Sim,  churros combinam com chuva.

A vontade de comer churros era tamanha que não desisti nem mesmo depois de duas tentivas fracassadas em fazer uma receita legal. Comecei me inspirando em uma receita de Pierre Herme adaptada para versão sem glúten. Não deu certo. Mudei quantidades, aumentei algumas, diminui outras…nada.

Juntando as lições das tentativas fracassadas tentei pela terceira vez e surgiu essa receita de churros sem glúten e que pode ser adaptada para torná-la sem lactose.  A massa é versátil e com ela podem ser feitas rosquinhas fritas, acrescentando na massa um pouquinho de erva doce ou uma pitada de cardamomo moido, raspas de laranja, ou seja, basta se aventurar e fazer pequenas mudanças. Muitos podem se assustar por não ter farinha de coco em casa mas podem substituir farinha de arroz ou de milho por exemplo. Eu queria dar um toque especial por isso usei farinha de coco.

O segredo  desta receita é congelar os churros antes de fritar.

Churros sem glúten

Ingredientes:

1/4 xic de farinha sem glúten ( usei Doves Farm)

1/4 xic de farinha de arroz

1/4 xic de farinha de coco (para quem não tem pode usar farinha de fubá)

3 ovos inteiros

1/2 xic de leite ( ou leite sem lactose ou água)

55g de manteiga (ou margarina vegetal para uma versão sem lactose)

1/2 colher (chá) de sal

1 colher (chá) de açúcar

1/2 colher (chá) de extrato de baunilha

500ml de óleo para fritar

Para polvilhar:

Açúcar granulado

Canela em pó

Para acompanhar:

Doce de leite

Equipamentos:

Papel manteiga

Saco de confeitar

Bico de confeitar  estrela grande ( eu usei parecido com esse)

Modo de fazer:

Misture todas as farinhas e reseve.

Numa panela coloque o leite, a manteiga, o sal e o açúcar para ferver.  Assim que começar a ferver e a manteiga estiver derretida retire do fogo e acrescente 1/2 xicara da mistura de farinha e misture bem. Adicione os ovos, um de cada vez alternando com o restante da  mistura de farinha.  Por último adicione o extrato de baunilha.

Prepare o saco de confeitar com o bico estrela grande e coloque massa dentro do saco.

Prepare alguns pratos ou formas pequenas forradas com papel manteiga e com saco de confeitar coloque pequenas tiras de massa sobre o papel manteiga. Caso quiseres, use uma forma grande mas na hora de tirar do freezer para fritar deverá tirar a os churros aos poucos para que a massa não descongele.

Leve a forma ao freezer por no minimo 4 horas ou da noite para o dia.

Coloque o açúcar e a canela num prato e reserve.

Aqueça bem o óleo numa panela.

Frite os churros ainda congelados e aos poucos até que fiquem bem dourados.

Retire os churros com auxilio de uma espumadeira e coloque sobre um prato forrado com guardanapo de papel. Passe depois no açúcar com canela.

Sirva os churros ainda quentes acompanhados de doce de leite.